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O Residencial para Idosos Demetrius - Unidade 01 Casa Verde é um espaço acolhedor em São Vicente, SP, projetado para oferecer qualidade de vida, saúde e bem-estar aos seus moradores. Com uma abordagem humanizada, a instituição garante cuidados constantes e segurança, com acesso a serviços emergenciais 24 horas por dia. Os residentes desfrutam de acomodações confortáveis e uma variedade de atividades que promovem a cultura e o lazer.
Minha sogra ficou lá 2 meses e foi muito bem tratada. A comida é ótima. Eles fazem exercícios, jogos cognitivos, de memória. As funcionárias muito atenciosas, a dona do Residencial muito empenhada em que os idosos se recuperem!
Endereço Completo:
Rua Raul Serapião Barroso, 715 - Esplanada dos Barreiros
São Vicente, SP - CEP: 11340-330
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Endereço
Rua Raul Serapião Barroso, 715 - Esplanada dos Barreiros
São Vicente, SP - CEP: 11340-330
Telefones
(13) 97403-8019
5513974038019
Site Oficial
https://residencialdemetrius.com.br/Horário
segunda-feira: 09:00 – 17:00 | terça-feira: 09:00 – 17:00 | quarta-feira: 09:00 – 17:00 | quinta-feira: 09:00 – 17:00 | sexta-feira: 09:00 – 17:00 | sábado: 09:00 – 17:00 | domingo: 09:00 – 17:00
Só tenho elogios para este residencial! Minha mãe teve um surto e entrou bem debilitada. Após um mês, já havia ganhado peso, parou de trocar o da pela noite, passou a fazer exercícios e atividades de pintura e jogos! A comida é sensacional e as funcionárias muito atenciosas! O que a Aline, dona da clínica fez pela minha mãe em apoio a uma situação jurídica que tivemos, não tenho palavras pra agradecer!
Visitei minha avó hoje na Demetrius casa de repouso, e não poderia estar mais feliz! Ela estava super animada, se alimentando muito bem e interagindo com os outros moradores de forma alegre e descontraída. É muito bom saber que ela está em um lugar onde é tratada com tanto carinho e respeito. A equipe é atenciosa e cuidadosa, e o ambiente transmite paz e acolhimento. Parabéns a todos pelo trabalho incrível! Recomendo para quem busca um lar seguro e amoroso para seus entes queridos.
Lamentavelmente, tivemos uma experiência extremamente insatisfatória com minha avó no Residencial, onde houve uma notável falta de profissionalismo, cuidado e higiene, além de episódios de humilhação. Minha avó era cliente da creche, uma vez que apresenta demência e, em alguns dias, não conseguimos acompanhá-la. Assim, optamos por deixá-la na creche nos dias em que não podíamos cuidar dela. No entanto, em diversas ocasiões, ela relatou que não recebia a devida atenção, que não era levada ao banheiro, entre outras questões. Na primeira ocorrência, entrei em contato com a proprietária, Aline, para relatar os incidentes. Ela mencionou que iria investigar, mas afirmou que minha avó era uma idosa complicada e temperamental, e que as atividades estavam sendo realizadas. Questionei sobre a ausência das fotos diárias, conforme compromisso assumido no momento da contratação do serviço, e Aline justificou que isso se devia a algumas intercorrências de emergência, incluindo o falecimento de um residente, o que impediu a postagem das atividades programadas para os idosos. Contudo, sempre que questiono minha avó, ela informa que não participou de nenhuma atividade. A última ocorrência foi no dia 13 de dezembro, quando minha avó foi à creche e, ao ser buscada pela cuidadora, encontrava-se com a roupa completamente molhada de urina. Ao indagar minha avó, ela relatou que havia solicitado várias vezes para ir ao banheiro, mas as assistentes do local lhe disseram para aguardar. Com incontinência urinária e demência, ela acabou indo ao banheiro sozinha e tentou se limpar, mas não obteve sucesso. Minha irmã entrou em contato com Aline novamente para questionar sobre o ocorrido, e Aline afirmou que nada havia acontecido. Minha irmã, então, explicou a situação, e a resposta de Aline foi que minha avó é uma pessoa difícil devido à sua demência, e que seria melhor não levá-la mais à creche. A proprietária ainda mencionou que somos a única família a reclamar sobre o tratamento dispensado aos idosos e solicitou que minha irmã relatasse tudo por escrito e que não a trouxesse mais. No dia 18 de dezembro de 2024, Aline entrou em contato comigo para discutir a avaliação negativa que minha irmã havia realizado, mencionando que tal avaliação poderia prejudicar a instituição. Ela explicou que não era possível dedicar atenção exclusiva à minha avó, uma vez que estavam enfrentando mais uma situação de óbito e uma emergência. Diante disso, levantei algumas questões. Se a equipe está lidando com uma emergência, não há outros cuidadores disponíveis para atender os demais idosos? Aqueles que se encontram sob os cuidados da instituição, por serem incapazes de se alimentar ou utilizar o banheiro sozinhos, não ficam desassistidos em uma situação de emergência, correndo o risco de permanecerem em condições inadequadas? Outro ponto que questionei foi o fato de que o incidente ocorreu antes do almoço e, após as 17 horas, ninguém percebeu que minha avó estava em uma situação de sujeira? Ela permaneceu em uma condição inóspita e humilhante por mais de cinco horas sem que ninguém tomasse providências? Além disso, ao entregar minha avó à cuidadora que a buscou, por que não foi informado sobre os problemas que ela enfrentou ao utilizar o banheiro? Infelizmente, as respostas permaneceram inalteradas: a equipe estava lidando com uma emergência, não havia apenas minha avó sob seus cuidados e, além disso, minha avó apresenta demência, o que a torna uma pessoa de difícil manejo. Agora, questiono: qual é a função de uma instituição de cuidados para idosos, senão proporcionar assistência a aqueles que apresentam dificuldades de locomoção e déficits cognitivos? Os profissionais que ali trabalham são capacitados para cuidar dos idosos, correto? Como é possível que não consigam auxiliar um idoso em suas necessidades básicas, mesmo que este se recuse a colaborar? E como é que não realizam a limpeza e a higienização de um idoso que se encontra em uma situação de sujeira?
Boa noite, conforme relatado por telefone, infelizmente tivemos novamente, uma experiência ruim ao deixar minha avó Neide na creche no dia 13/12/2024. Ao busca-la no final da tarde, foi notado que ela estava com a roupa toda suja de urina. Não foi levada ao banheiro, trocado o absorvente cirurgico que ela usa ou ao menos trocado a roupa após ela não conseguir se conter de vontade de ir ao banheiro. Segundo o relato dela, foi pedido para a funcionária Nath mais de 3x para ir ao banheiro, e que a mesma informou em todas as vezes que estava ocupada e não poderia leva-la. Foi pedido também, a uma funcionária da cozinha que também não pode ajuda-la. Após o acidente, a minha avó, idosa de 84 anos que estava sob os cuidados do estabelecimento foi SOZINHA ao banheiro, sendo que já havia sido passado e reforçado mais de uma vez a respeito da importância dela não ir desacompanhada por risco de acidente. E sozinha, no banheiro, tentou se secar e se limpar na tentativa de esconder que estava suja. Vale lembrar que na mochila dela haviam outros absorventes para que fosse trocado ao longo do dia, e também uma troca de roupa, para caso fosse necessário que ela trocasse de roupa. Segundo a minha avó isto aconteceu antes do horário de almoço. Este tipo de coisa já havia ocorrido anteriormente e infelizmente a creche em momento algum entrou em contato com a família ou avisou quando fomos busca-la. Hoje, ao conversarmos por ligação, perguntei se havia acontecido algo que a resposta foi negativa. Ela passou o dia inteiro suja, molhada, numa situação humilhante, vexamatória além de anti-higienico, e este estabelecimento sequer tomou conhecimento. Reintero, a minha insatisfação e chateação com o local, que ao invés de proporcionar dias felizes ao idoso, os trata com total desreito, e aproveito também para pontuar a prepotencia da sra. Aline ao conversar comigo no telefone, dizendo que a minha avó estava mentindo e que é ela que não se adapta ao local. Conforme dito por telefone, reintero: Ainda caso ela se negasse a ir ao banheiro, o mínimo que deveria ter sido feito é entrado em contato com os responsáveis e avisado o que estava acontecendo. Para isso seria necessário que tivessem ao menos VISTO que ela estava com a roupa toda molhada, e nem esse mínimo de cuidado foi feito. Uma experiência muito infeliz, não indico para ninguém que realmente ame o seu idoso e cuide com as condições que tem. Neste lugar estão acostumados com famílias que deixam seus idosos de lado e não acompanham, então quando uma família cobra o mínimo é tratado com grosseria e prepotencia, como se ainda estivessem fazendo um favor.